Feb 22
Lions: Novo clube paulistano é inaugurado esta quarta
| 27/02/2010 | ||
| 11:00 PM |

Continuando a revitalização do centro de São Paulo, esta semana mais um clube paulistano é inaugurado na região antiga da capital. O Lions Club abre para convidados esta quarta, 24 de fevereiro e para o público em geral a partir de quinta.
Quatro dos principais agitadores da noite paulista na última década estão à frente do Lions: Facundo Guerra e José Tibiriçá Martins (Vegas, Z Carniceria e Volt), Cacá Ribeiro (Royal e inúmeros eventos de moda e noite) e Augusto Arruda Botelho, do Clash.
A idéia do Lions é inspirada no clube de cavalheiros de mesmo nome, uma sociedade fechada que existiu do início do século passado até os anos 80. Desta forma o Lions Club pretende ser um lugar seleto e vai adotar o esquema de sócios. Serão 250 sócios selecionados que receberão carteirinhas e poderão levar convidados, como acontecia na época das discotecas brasileiras dos anos 70, o Gallery (São Paulo) e o Hippopotamus (Rio de Janeiro).
Na programação o Lions vem com idéias novas e levando a São Paulo festas de outras cidades, como a MOO e a Buati, do Rio, e dando uma sacudida na programação das festas tradicionais da cidade. O núcleo de festas black Chocolate vai ficar com as quintas do Lions, mas sem hip hop. No cardápio de música negra do Lions às quintas vai ter black music que passa pelo funk americano e outros.
Aos sábados a maior agência de DJs brasileira, a 3Plus, fica com a curadoria. Seus top DJs, gente como Mau Mau e Marky, vão ser convidados a fazer sets de estilos que não sejam aqueles que o público está acostumado a ouvir. Nas noites da 3Plus no Lions os residentes são Lennox Hortale e Dani El Souto, do Glocal. Este sábado, 27 de fevereiro, o convidado é Renato Cohen que vai fazer um set especial de house, disco house e space disco.
O Lions fica no comecinho da Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, pertinho da Praça da Sé e tem varanda com vista para a catedral da Sé, o Banespa e a Avenida 23 de Maio, marcos da capital paulista. A arquitetura de Marcos Paulo Caldeira mantém traços originais do prédio. A pista tem efeito 3D, desenvolvido a partir de uma técnica de ilusionismo do século XIX que, com a ajuda de espelhos e LEDs, torna-se o que há de mais moderno no mundo em termos de ambientação de pistas de clube.
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